Em termos de motivação, quando as pessoas acreditam que os seus falhanços se devem a um defeito inato e irremediável nelas próprias, perdem a esperança e deixam de tentar. A convicção básica que conduz ao optimismo é, recordemos, a de que os desaires e fracassos se devem a circunstâncias que temos a capacidade de modificar para melhor.
Conselhos sobre a arte da crítica, que está inextricavelmente ligada à arte do elogio:
Seja específico:
Escolha um incidente significativo, uma ocorrência que ilustre um problema-chave que precise de ser resolvido ou um padrão de deficiência, como a incapacidade de fazer bem certas partes do trabalho. Desmoraliza as pessoas ouvirem dizer que estão a fazer "qualquer coisa" mal, sem saberem especificamente o quê, de modo a poderem mudar. Concentre-se em aspectos concretos, dizendo o que a pessoa fez bem, o que fez mal e como pode ser mudado.
A especificidade é tão importante para o elogio como para a crítica. Não direi que um elogio vago não tem qualquer efeito, mas não tem muito, e não se pode aprender com ele.
Proponha uma solução:
A crítica, como toda a retroalimentação útil, deve apontar uma maneira de resolver o problema, Caso contrário deixa o recipiente a sentir-se frustado, desmoralizado ou desmotivado. A critica pode abrir a porta para possibilidades e alternativas de que a pessoa não se tinha apercebido, ou simplesmente sensibilizá-la para deficiências que merecem atenção, mas deve incluir sugestões a respeito de como resolver os problemas.
Esteja presente:
As críticas, como os elogios, são mais eficazes quando feitas cara a cara e em privado. As pessoas que não se sentem à vontade a fazer uma crítica - ou um elogio - têm tendência para fugir a essa carga fazendo-o à distância, por exemplo, através de um email. Mas isto torna a comunicação demasiado impessoal, e rouba à pessoa que a recebe a possibilidade de responder ou esclarecer.
Seja sensível:
Isto é um apelo à empatia, a estar sintonizado com o impacte na outra pessoa daquilo que se diz e da maneira como se diz. Os gestores têm pouca empatia, são os mais propensos a transmitir retroalimentação da maneira errada, do género da crítica amesquinhadora. O efeito líquido deste tipo de crítica é destrutivo: em vez de abrir caminho a uma atitude correctiva, provoca uma reacção emocional de ressentimento, amargura e distância.
Notas Finais:
Entre alguns conselhos emocionais àqueles que são criticados. Um é ver na crítica uma informação valiosa a respeito de como fazer melhor, e não um ataque pessoal. Outro é ter de aceitar a responsabilidade. E, se a situação se torna demasiado perturbadora, pedir para retomar a reunião mais tarde, depois de um período para absorver a mensagem e acalmar. Finalmente, ver a crítica como uma oportunidade de trabalhar com quem a faz no sentido de resolver o problema, não como uma situação adversa.
São soluções que podem aplicar tanto no trabalho, como nos relacionamentos pessoais...
in: inteligência emocional
Conselhos sobre a arte da crítica, que está inextricavelmente ligada à arte do elogio:
Seja específico:
Escolha um incidente significativo, uma ocorrência que ilustre um problema-chave que precise de ser resolvido ou um padrão de deficiência, como a incapacidade de fazer bem certas partes do trabalho. Desmoraliza as pessoas ouvirem dizer que estão a fazer "qualquer coisa" mal, sem saberem especificamente o quê, de modo a poderem mudar. Concentre-se em aspectos concretos, dizendo o que a pessoa fez bem, o que fez mal e como pode ser mudado.
A especificidade é tão importante para o elogio como para a crítica. Não direi que um elogio vago não tem qualquer efeito, mas não tem muito, e não se pode aprender com ele.
Proponha uma solução:
A crítica, como toda a retroalimentação útil, deve apontar uma maneira de resolver o problema, Caso contrário deixa o recipiente a sentir-se frustado, desmoralizado ou desmotivado. A critica pode abrir a porta para possibilidades e alternativas de que a pessoa não se tinha apercebido, ou simplesmente sensibilizá-la para deficiências que merecem atenção, mas deve incluir sugestões a respeito de como resolver os problemas.
Esteja presente:
As críticas, como os elogios, são mais eficazes quando feitas cara a cara e em privado. As pessoas que não se sentem à vontade a fazer uma crítica - ou um elogio - têm tendência para fugir a essa carga fazendo-o à distância, por exemplo, através de um email. Mas isto torna a comunicação demasiado impessoal, e rouba à pessoa que a recebe a possibilidade de responder ou esclarecer.
Seja sensível:
Isto é um apelo à empatia, a estar sintonizado com o impacte na outra pessoa daquilo que se diz e da maneira como se diz. Os gestores têm pouca empatia, são os mais propensos a transmitir retroalimentação da maneira errada, do género da crítica amesquinhadora. O efeito líquido deste tipo de crítica é destrutivo: em vez de abrir caminho a uma atitude correctiva, provoca uma reacção emocional de ressentimento, amargura e distância.
Notas Finais:
Entre alguns conselhos emocionais àqueles que são criticados. Um é ver na crítica uma informação valiosa a respeito de como fazer melhor, e não um ataque pessoal. Outro é ter de aceitar a responsabilidade. E, se a situação se torna demasiado perturbadora, pedir para retomar a reunião mais tarde, depois de um período para absorver a mensagem e acalmar. Finalmente, ver a crítica como uma oportunidade de trabalhar com quem a faz no sentido de resolver o problema, não como uma situação adversa.
São soluções que podem aplicar tanto no trabalho, como nos relacionamentos pessoais...
in: inteligência emocional

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