quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Smartwatch (relógio inteligente) - Um desafio para o marketing?

Para o smartwatch (relógio inteligente) da Samsung ser bem sucedido ele necessita de ser mais do que uma simples “janela” para o que um smartphone (telefone inteligente) já faz, escreve Jonny Longden, diretor do grupo de análise e estratégia da R/GA Londres. 

Um computador inteligente para se usar no pulso era uma visão dos filmes de ficção cientifica da década de 1980, para quem sem lembre. Neste momento, com smartphones e uma outra infinidade de produtos, temos de nos perguntar qual seria a função de um dispositivo como o smartwatch. Neste momento precisamos ou desejamos ter um produto no nosso pulso? E se assim for, o que faz e significa para a indústria do marketing? 

Mais uma vez, para que isso funcione bem, ele depende de algum tipo de visão para o software e os serviços que os relógios estão a procurar. Ele precisa ser ultra-simples e focado em apenas entregar algumas coisas muito bem, e não apenas ser uma “janela” para tudo o que o smartphone já faz. 

Tenho a sensação de que o lançamento deste dispositivo poderia muito bem ser o início de algumas interessantes inovações futuras de marketing. 

Noticia sobre a aprensentação 
A Samsung apresentou em Berlim o primeiro “smartwatch”, ou relógio inteligente, de nome Galaxy Gear.

O gigante sul-coreano adianta-se assim a concorrentes como a Apple, a Microsoft ou a Google no mercado das tecnologias para “usar”.

Através do relógio, ligado à última geração de telemóveis da Samsung, é possível consultar o correio eletrónico, ouvir música, tirar fotos ou mesmo ler mensagens e atender chamadas.

O preço de lançamento anunciado é de 299 dólares, cerca de 225 euros. Mas o relógio inteligente da Samsung também dececionou, pois não tem um processador dual-core, como se especulava, nem muito menos um ecrã flexível, mas sim um ecrã tátil, que hoje em dia tem pouco de revolucionário.

in. marketingmagazine.co.uk/euronews

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