sábado, 3 de agosto de 2013

Crise nas Empresas - Gerir a crise

A maioria das empresas e das pessoas acredita que pode evitar com facilidade qualquer tipo de crise. Os administradores e os directores comuns pensam que, se está a sobreviver, saberão lidar com ela. As pessoas, na sua vida diária, pensam de igual modo. Os administradores e os directores das empresas são pessoas e reagem nas empresas e na sociedade de acordo com o perfil pessoal.

Todos os indicadores publicados dizem-nos que apenas uma em cada cinco empresas está preparada para a crise e que muitos dos quadros superiores não estão qualificados nem preparados para lidar com situações deste género.

Segundo Wilcox et al., apenas 14% das crises são inesperadas, o que nos indica que, quando uma crise ocorre, em 86% dos casos, a empresa deveria estar preparada para ela. Ao contrário do que é vulgar, a gestão de crise deve começar antes de a mesma ocorrer.

Em situações de crise, as empresas devem ser pró-activas, ou seja, devem tomar medidas que minimizem os riscos de ocorrência de problemas propulsionadores e devem ter planos delineados para agirem em qualquer eventualidade.

De acordo com uma análise efectuada pelo Institute for Crisis Management que abrangeu 70.000 casos ocorridos nos últimos 10 anos, verificou-se que mais de 1/5 das crises foram consequência da incompetência de quem lidou com elas. Cerca de 20% estavam ligadas a crimes de colarinho branco (fraudes, corrupções, extorsão, etc...) e o terceiro factor de crise foi o conflito laboral.

Em breve a exploração deste assunto e o que fazer nas empresas, quando chegar...
in gestão de crise

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