quinta-feira, 29 de Abril de 2010

Philip Kotler - Marketing para Pequenas Empresas

Publicidade online deve valorizar tempo de exposição

A evolução dos formatos e da tecnologia utilizada na publicidade online deve ser acompanhada por novas formas de medir o retorno. A utilização das taxas de clique (CTR) pode ser substituída com vantagens pelo tempo de exposição, que mede de forma mais efectiva o impacto nos utilizadores e faz a diferença em relação a outro tipo de anúncios, defende Diogo Marnoto, responsável pela Microsoft Advertising em Portugal.


Estas conclusões são sustentadas num estudo que a Microsoft hoje apresentou na conferência Creative Confidencial, promovida pela empresa, e que parte de uma análise de campanhas publicitárias realizadas na Europa. Segundo o estudo, as campanhas com elevado tempo de permanência eram três vezes mais eficazes na promoção de actividades de procura de marca, melhorando em 69% a eficácia, que se reflecte em número de visitas ao site da marca e número de impressões da página, assim como no tempo gasto no site.


O responsável pelo negócio de publicidade da Microsoft em Portugal, que abrange o site MSN mas também o Messenger e o Hotmail, refere que a medição do impacto de uma campanha pelo número de cliques é redutor, salientando que neste momento existem já forma de avaliar o tempo que os utilizadores são expostos a um determinado anúncio.
"55% das campanhas já são rich media e permitem medir o tempo de exposição", adiantou ao TeK Diogo Marnoto, à margem da conferência. Estas formas de medição do impacto já começam a ser usadas pelas agências, embora coexistam com as métricas de número de cliques nos anúncios.
Entre os bons exemplos de campanhas recentes com elevado nível de exposição, em Portugal, Diogo Marnoto aponta a do Seat Altea, que foi aplicada no Messenger e que teve um tempo de exposição de dois minutos, chegando a mais de 600 mil utilizadores únicos. O jogo da Nike num banner que correu nos canais da Microsoft conseguiu também um tempo de interacção de 5 minutos em mais de 700 mil utilizadores.


Diogo Marnoto destacou ainda a importância crescente do mercado da publicidade na Internet, que apesar de não ter mantido as mesmas taxas de crescimento registadas em 2009 continuou a crescer sustentadamente no ano passado.
 
 
Fonte: tek.sapo.pt

Bloco de Notas do gestor - Indicadores e Estudos Económicos


São muitas as ferramentas que podem auxiliar um empreendedor na gestão do seu projecto empresarial, nomeadamente os vários Indicadores e Estudos Económicos divulgados pelos reguladores, organismos públicos e outras entidades, que dão a conhecer a realidade do mercado, sugerindo as mais recentes tendências e permitindo estabelecer uma estratégia empresarial forte.
Os sites de entidades como o Banco Central Europeu, o Banco de Portugal, a Euronext Lisboa, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e até mesmo o Eurostat ou o Instituto Nacional de Estatística, entre muitas outras, deverão constar da lista de “Favoritos” de um gestor empresarial.

Congresso Internacional de Marketing - 20 de Maio


"Spark innovation in times of change" é o elemento central do Congresso Internacional de Marketing deste ano. A inovação é nos tempos de crise e de mudança acentuada, o caminho indispensável para a ultrapassagem das dificuldades e para o sucesso.

Diversos oradores, no âmbito de 4 painéis e de um keynote speach, abordarão a temática da inovação e dos factores que conduziram, e os que continuem a conduzir, ao sucesso das suas marcas e organizações. Os tempos de mudança constituem, também, periodos de oportunidade para a criação de novas oportunidades, para o lançamento de novos projectos para o repensar do que se faz e como se faz e, finalmente, para a detecção das condições que permitirão a sobrevivência futura.
 
Inscrições: https://vas.ambity.pt/appm/
 
Fonte: http://www.appm.pt

terça-feira, 13 de Abril de 2010

Experience Marketing

De que falamos quando falamos em experience marketing?

Associado ao marketing relacional, que defende que o marketing deve estar orientado para a criação, manutenção e desenvolvimento de relações com os clientes (internos e externos), a longo prazo, o experience marketing pretende operacionalizar e explorar o factor afectividade (a emoção) na interacção do consumidor com a empresa (customer experience), com o objectivo que desta resulte um estado emocional positivo ou de prazer, resultante da avaliação das experiências proporcionadas pela transacção.
Por experience marketing entende-se então, a capacidade das marcas transferirem de forma sistemática e coerente os seus valores e posicionamento através de emoções possíveis de serem vividas (experiências = “emoções formatadas”).
Para saber mais, recomenda-se a leitura de “Gestão de Experience Marketing”, de Joaquim Caetano, Andreia Andrés, Luís Rasquilha, onde os autores destacam o case study da empresa A Vida é Bela, do visionário António Quina.


http://www.mercadologia.org/

quinta-feira, 8 de Abril de 2010

Seminário: E-mail Marketing Masterclass



Data: 20 de Abril de 2010  Das 9:00 às 18:30 no Hotel Sofitel - Lisboa

Como sabe, o email marketing é actualmente reconhecido como a mais poderosa ferramenta de marketing directo. Gostaria de aumentar a eficácia das suas actividades de e-mail marketing actuais? Gostaria de se tornar numa referência de excelência em e-mail marketing?

Se está interessado em:
- Aumentar taxas de abertura, enquanto potencia taxas de click through
- Tornar os relacionamentos com o seu publico alvo mais relevantes e valiosos
- Aumentar o ROI das suas actividades de e-mail Marketing

Então a Michael Leander’s Email Marketing Masterclass em Lisboa, uma iniciativa promovida em parceria com a Plataforma E-goi, é uma oportunidade única para aprender a utilizar o email marketing da forma mais eficaz.

Consultar o programa: Markedu - Innovative Marketing Education

quarta-feira, 7 de Abril de 2010

Métricas de Marketing: da teoria à prática

Ouvimos dizer a muitos especialistas que um bom plano de marketing consiste na diferença entre os sonhos ou ideias na organização do pensamento e a respectiva aplicabilidade e defesa da sua sustentabilidade. Será assim?


Este tema assume uma importância e pertinência extremas para o controle de actividade de gestão de marketing das empresas. Recorro a um estudo recente que tive oportunidade de levar a cabo junto de PME's portuguesas, com a finalidade de saber até que ponto as empresas levam à prática a utilização de ferramentas de carácter analítico, no âmbito dos sistemas de informação de marketing.
Infelizmente, concluiu-se que essa não é a regra comum, pelo menos para o perfil médio da maioria das empresas portuguesas que, como se sabe, não são de grande dimensão. Apenas 27% dos inquiridos dizem recorrer a sistemas de informação na área do marketing com alguma frequência. Porém, genericamente, revelam que o grau de importância destas ferramentas no desempenho da função e no sucesso do negócio é muito significativo.


Das diversas ferramentas de sistemas de informação de marketing, podemos constatar que as mais utilizadas são o plano marketing, a previsão de vendas e o mapa de desempenho da força de vendas, ao invés do que acontece com os planos de comunicação e estudos de mercado. Constata-se igualmente que a grande maioria das empresas concebe e desenvolve internamente os seus sistemas de suporte à decisão, em detrimento de modelos estandardizados, principalmente por razões que se prendem com a especificidade de cada sector de actividade.
 A procura de dados analíticos
 Os indicadores a que se recorre mais frequentemente são a medida do grau de satisfação dos clientes, análise da rentabilidade do produto ou serviço, break-even point e a medida de notoriedade da marca. Na realidade, há uma preocupação em juntar dados analíticos que permitam obter um panorama global sobre a evolução do negócio. As matrizes de análise estratégica (McKinsey, BCG, etc...) são relegadas para um segundo plano, eventualmente por não se moldarem integralmente em todas as áreas de negócio.


Em suma, embora se reconheça a importância da utilização de um conjunto de ferramentas de carácter analítico de apoio à quantificação e decisão no que diz respeito ao marketing e à área comercial, a verdade é que as empresas não as utilizam com tanta regularidade, como elas próprias desejariam, perdendo-se eficiência no tempo que se dedica à sua aferição e eficácia na sua aplicabilidade.


Estamos, assim, perante uma matéria que é considerada muito importante para a dinâmica da competitividade dos negócios, mas que carece de aplicabilidade prática corrente. É um indicador que remete para a necessidade de uma melhor qualificação dos departamentos comerciais e de marketing, sobretudo no que concerne à aptidão para a análise e tratamento de variáveis quantitativas, que responsabilizam, cada vez mais, os seus executantes com os resultados obtidos.
 
 
Pedro Celeste (www.expresso.pt)