sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Relações e culturas em Marketing


Por vezes é possível observar que as pessoas não se adaptam ao modelo de cultura organizacional de uma empresa, existem conflitos entre os valores pessoais e os profissionais, o que acaba por não permitir que todo o potencial dos dois lados seja aplicado e assim reduzir o desenvolvimento de ambas as partes.


Um dos pontos mais comuns é a falta de estudo de ambas as partes em avaliar se a cultura da empresa é próxima à cultura da pessoa e vice-versa. As diferenças entre as culturas causam muitos conflitos, regem-se por princípios distintos e podem trazer dúvidas sobre o comportamento a ser adoptado em determinadas situações, algo muito comum e que todas as pessoas conhecem muito bem, porque num ambiente diferente do habitual é comum tentar adoptar um comportamento que se encaixe com o da maioria, mas que é extremamente difícil de o fazer e principalmente de o manter.


Também é possível constatar que numa empresa nova a cultura é mais facilmente absorvida, pois o número reduzido de colaboradores ajuda na compreensão dos valores adoptados pela organização.


Mas com o crescimento da organização e a contratação de novos colaboradores existe uma necessidade de trazer aos colaboradores, até mesmo aos que já estão na empresa á mais tempo, quais são os valores organizacionais, como se sabe, uma cultura deve estar presente em todas as pessoas que estão na organização, sem excepção ou diferenciação, seja de quem for.


A cultura organizacional deve ainda ir de encontro com a cultura da região onde a empresa está presente fisicamente, este factor “a cultura regional” irá influenciar o desenvolvimento da empresa, quando proceder a novas contratações de colaboradores, se a cultura da empresa não se encaixar na cultura “regional” onde está inserida, vai ser muito difícil encontrar colaboradores que consigam desenvolver uma carreira na sua empresa.


Para as empresas que prestam serviços ou vendam produtos para a região onde está inserida, irá acontecer o mesmo, principalmente com os consumidores. Ninguém vai querer ser servido por uma empresa com a qual não se identifica ou por uma empresa que apresenta uma cultura aos clientes, completamente diferente da sua. Os opostos não se atraem, ao contrário do que se costuma dizer.



quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Análise Estatística


De forma resumida:


Uma análise fiável de dados é essencial para qualquer organização. Analisando a informação, os decisores podem tomar decisões fundamentadas. Mas analisar os dados não é o único passo num processo analítico – para melhor suportar qualquer decisão temos que estar aptos a planear o projecto; a recolher os dados; a aceder-lhes e geri-los facilmente; a analisar os dados e finalmente, a partilhar os resultados obtidos. O processo analítico compõe-se por cada uma destas etapas.


Para executar uma análise completa, qualquer analista necessita de um conjunto de ferramentas integradas e que lhes facilitem o trabalho. Infelizmente, muitos analistas não dispõem de uma solução flexível que cubra todas as etapas do processo analítico.


Uma das formas que os analistas utilizam para dispor de uma solução completa de análise é a de juntar vários softwares especializados de diferentes fabricantes. O problema com esta solução é que o analista pode encontrar problemas de incompatibilidade e despender muito tempo em solucionar problemas e não em encontrar resultados.


Uma boa recomendação para os analistas é a utilização de uma solução analítica que seja expansível, através de módulos adicionais ou de programas de software para funções especializadas. Mas sempre integráveis e compatíveis.


Video - Demontração do Nokia N85

Video sobre o Nokia N85 Demo.

Para os interessados...

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Aprenda a Mapear a sua Equipa

O conhecimento é a ferramenta mais poderosa que podemos utilizar em qualquer processo de conquista. Para conquistar o respeito e a admiração de seus “subordinados”, antes de tudo é preciso conhecê-los. E por que não mapeá-los?


Quanto mais você souber sobre a sua equipa, maiores serão as suas possibilidade de obter êxito enquanto líder.Para mapear a sua equipa é necessário ter:


Informações profissionais
Conhecer o histórico profissional de cada membro. Mas atenção! Histórico profissional não é informação de currículo. É preciso conhecer as preferências do indivíduo no trabalho.
Quais actividades realizava?O que mais gostava de fazer?O que menos gostava?


Informações pessoais
Conhecer a vida familiar e social do colaborador.Conhecer não é se envolver. Procure saber como vive, onde mora, com quem mora e em quais condições. Estas informações poderão ser muito úteis.


Informações emocionais
Você sabe o que o faz chorar? Dependendo do momento que a pessoa vive, um simples “não” pode ser o inicio de uma grande explosão de emoções. Portanto, conheça os limites de seus colaboradores. Isto ajuda a criar um ambiente muito positivo dentro do grupo.


Informações sobre o crescimento
Em que fase de crescimento profissional se encontra o indivíduo?
a) Em pleno crescimento - vale a pena investir
b) Estagnado, com problemas, desmotivado e sem perspectivas - identificar as razões
c) Satisfeito, estável - feliz com o trabalho pois gosta do que faz
d) Erva daninha - está apenas passando "uma chuva"


A partir do momento em que conseguimos obter todas as informações sobre nossa equipa, fica muito mais fácil identificar o que a estimula.

fonte http://www.umtoquedemotivacao.com

O admirável mundo novo da gestão de pessoas


O admirável mundo novo da gestão de pessoas


É surpreendente o cenário delineado pela Price waterhouse Coopers (PwC) no estudo “A Gestão de Pessoas no Futuro”, que mostra como as relações de trabalho deverá se assentar até 2020. Baseado em pouco mais de 2,7 mil entrevistas realizadas nos Estados Unidos, na China e no Reino Unido, o levantamento revela quais são as expectativas dos profissionais da chamada “Geração Y” – formada por aqueles que estrearam no mercado de trabalho no início desta década.


O estudo não se detém sobre uma única tendência. Em vez disso, identifica quais serão as principais forças que afectarão a dinâmica do trabalho nos próximos 12 anos. Uma dessas forças, por exemplo, é a do individualismo – que se confrontará com a necessidade de um pensamento colectivista nas organizações; outra é a da fragmentação – que se chocará com a tendência de consolidação de grandes conglomerados empresariais. Num exercício prospectivo, a PwC extrapolou essas forças e chegou a três ambientes distintos de negócios.


Mundo Azul

Será o mundo do trabalho típico das grandes corporações. Os profissionais que estiverem inseridos neste ambiente gozarão de um estilo de vida diferenciado – já que essas organizações farão de tudo para os reter. “Isso levará a uma situação nova: os empregados das megacorporações terão à disposição tudo de que necessitam para o seu bem estar, ao contrário do que ocorrerá com empresas menores, de âmbito local”, explica João Lins. As carreiras serão longas e planeadas. Já os gestores serão cada vez mais pressionados a justificar seus investimentos na área de RH, mostrando claramente o retorno obtido com a adopção de diferentes ferramentas de qualificação, remuneração, etc. As empresas mais avançadas deverão adoptar o cargo de Chief People Officer, ou CPO, que terá a responsabilidade de tomar decisões altamente estratégicas relativas à gestão de pessoas.

Mundo Laranja

Será o mundo do trabalho dentro de empresas de pequeno e médio porte. Aqui, o ambiente será bem diferente daquele retratado pela PwC no “Mundo Azul”. As pequenas empresas deverão ser ágeis e extremamente competitivas para enfrentar as grandes. Isso só será possível por meio de uma política de gestão de pessoas baseada na terceirização. Os gestores de RH terão de encontrar meios de atrair talentos para vagas temporárias, existentes somente durante a execução de determinados projectos. Por isso, a tendência é de que as empresas do “Mundo Laranja” sejam dependentes das associações de profissionais e das redes de relacionamento especializadas. “Serão redes formadas por fornecedores confiáveis, que poderão ser accionadas a qualquer momento, com custos reduzidos”, explica Lins, da PwC.

Mundo Verde

Será o mundo resultante das actuais pressões por sustentabilidade e responsabilidade social. As empresas buscarão abordagens mais holísticas para as suas políticas de gestão de pessoas. Na guerra pelo talento, elas deverão lançar mão de novas armas, tais como a possibilidade de os funcionários equilibrarem vida pessoal e trabalho ou a oportunidade para planearem as suas carreiras com foco em “recompensa total” – isto é, baseada em objectivos não quantificáveis, como qualificação, saúde, qualidade de vida, etc. “Esse contexto remete a uma forte tendência de os gestores de RH centralizarem o desenvolvimento das políticas e as principais decisões das organizações na área de sustentabilidade e responsabilidade social”, afirma João Lins.



fonte: administradores.com.br

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Marketing One-To-One


Algumas empresas aéreas dão aos clientes especiais a garantia de embarque em qualquer período do ano. Isso significa que, se você decidir no dia 23 de Dezembro que irá passar o Natal em Nova York, alguém com o bilhete na mão será colocado “para fora do avião e terá que ceder o lugar”.


O que se quer dizer é que os melhores clientes devem de ser tratados acima da média da expectativa, e os outros, dentro dessa mesma expectativa. Esta afirmação geralmente provoca polémica, mas quando se visita um cliente pela primeira vez, não se pode perder muito tempo com um cliente pouco interessante, pois corre-se o risco de deixar de dar atenção/atender alguém que valha bem mais a pena.


Imagine-se dois clientes com carros idênticos e com o mesmo problema mecânico sendo atendidos na mesma oficina. O primeiro é um cliente fiel, o outro é a primeira vez que visita a oficina. É impossível realizar os dois serviços ao mesmo tempo, um dos dois terá que esperar mais.


Quem deve receber o atendimento preferencial?

O primeiro, é claro.


Você entrega ao seu cliente fiel o carro pronto em 12 horas. Para o outro, promete que o arranja em 24 horas - e cumpre esse prazo. Os dois clientes sairão satisfeitos, já que as suas expectativas foram correspondidas.

Tente, por exemplo, voltar ao stand de automóveis uma semana após a compra do seu carro e procurar aquele atencioso vendedor que lhe vendeu o carro. Diga que precisa de sua ajuda para resolver um pequeno defeito mecânico.

Provavelmente ele não lhe dispensará a mesma atenção - ele está lá e é pago para cumprir aquilo que a empresa espera dele: vender (e não para solucionar o seu problema).

Só que esse atendimento nada cortês poderá fazer com que você risque da sua lista o nome daquele stand.


O que deve fazer o proprietário do stand?

Determinar que, se esse cliente voltar e comprar um outro carro no futuro, esse vendedor receberá uma bonificação extra. Desta forma, ele estará sempre disposto a atender bem, mesmo que seja para trocar uma simples lâmpada.

Qualidade e preço justo são coisas básicas e esperadas pelo cliente. A partir daí, o grande diferencial será o relacionamento que você irá estabelecer com ele.

A fazer desde hoje:


1 - Treino obsessivo, constante e permanente de todos os colaboradores, do empregado de limpeza ao presidente. "É como uma religião". "Há uma série de princípios e cerimónias que se não forem praticadas serão esquecidas."


2 - Tornar o desafio do “encantamento” parte da cultura da empresa e das pessoas.


3 - Fazer que cada colaborador se pergunte o tempo todo se aquilo que ele está fazendo irá ou não agradar o cliente. "Essa reflexão não é apenas de quem está na linha de frente". "O engenheiro que projecta uma construção, tem que procurar encantar o cliente com uma loja bonita e atractiva."


Encante os seus clientes e obtenha mais lucros.



Frase da semana

"Don't let your fears stand in the way of your dreams."

Video - Internet Marketing / Search Engine Optimization

Melhoramentos de performance sérios no Firefox 3.1



A Mozilla acabou de disponibilizar uma nova funcionalidade de optimização do Javascript no Firefox 3.1 (Shiretoko), que melhora efectivamente a performance do Javascript desde 2x a 20x mais rápido comparando com o já veloz Firefox 3.0 de acordo com uns testes de Javascript publicado por Brendan Eich da Mozilla.


Para ler a noticia completa, visite o site Open-Mania

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

O Princípio de Peter




O Princípio de Peter, em Administração, pode ser resumido no enunciado:

"Em um sistema hierárquico, todo o funcionário tende a ser promovido até ao seu nível de incompetência." (no original, em língua inglesa, "In a hierarchy, every employee tends to rise to his level of incompetence").

É, também, o título do livro de seu criador, L. J. Peter.


Histórico

Formulado por Laurence Johnston Peter (19191990), antigo professor na University of Southern California e na University of British Columbia, o Princípio de Peter tornou-se famoso com a publicação da obra homônima, de 1969, hoje considerada como um clássico na área da gestão empresarial.


O Princípio

Segundo o autor, nas organizações burocráticas, hierarquicamente estruturadas, os funcionários tendem a ser promovidos até ao seu "nível de incompetência".

Através de várias observações e exemplos, o autor demonstra que os funcionários começam a trabalhar nas posições hierarquicamente inferiores. Quando, porém, demonstram competência nas tarefas desempenhadas, via de regra são promovidos para graus superiores. Esse processo mantém-se, até que esses funcionários atinjam uma posição em que já não mais são "competentes", isto é, capazes de desenvolver a contento as tarefas.


Como a "despromoção" não é um mecanismo habitual, as pessoas permanecem nessas posições, em prejuízo da organização a quem pertencem. A isto Peter denomina de "nível de incompetência" - o grau a partir do qual as pessoas não têm competência para a posição que ocupam.


Aplicabilidade e questionamento

Este princípio é, obviamente, questionável. Em primeiro lugar, por ser culturalmente específico e apenas fazer sentido em organizações meritocráticas (ou minimamente meritocráticas). Com efeito, em determinados contextos sócio-culturais as promoções baseadas no mérito não são assim tão frequentes. Depois, por carregar algum determinismo teleológico na evolução das organizações. Existem ainda outros pontos negativos que são apontados.


quinta-feira, 21 de agosto de 2008

De Volta das Férias


Pois é, foi bom mas acabou-se.

Este ano tive pela 1ª vez umas verdadeiras férias, sem telemóvel e principalmente sem net.

Foram quase 15 dias sem aceder á internet, nem mesmo para actualizar o blog e ver o e-mail. Como é lógico irei estar agora algumas horas a responder a e-mails, mas tudo bem, sinto-me com força para mais 1 ano agarrado horas e horas á internet (casa e trabalho).

Este ano decidi ir passar as minhas férias ao Porto, juntamente com a minha familia, claro.
Foram uns dias maravilhosos, as pessoas são simplesmente espectaculares, muito atenciosas, sempre dispostas a ajudar e partilhar.

Assim que cheguei ao Porto, perdi-me no caminho para a Residencial, perguntei a um automobilista que encontrei parado, qual o caminho que devia tomar, qual não foi o meu espanto quando me responderam:
"epá, o caminho é muito confuso, o melhor é vir atrás de mim que eu passo lá perto e assim levo-o lá".

E assim foi, deixou-me mesmo á beira da Residencial (perto da Foz do Douro). Este é apenas um exemplo e como gosto de transmitir o bom e o mau que me acontece, neste caso deixo aqui o meu obrigado publicamente a essa bela cidade que é o Porto e ás pessoas, que me deixaram com saudades e com muito desejo de em breve repetir a experiência.

Apenas para deixar "água na boca", o cruzeiro no Douro é simplesmente fabuloso, subi do Porto á Régua em comboio e desci o Rio Douro de barco, acompanhado de um belo almoço a bordo e claro de uns belos vinhos do Porto. Valhe e muito fazer esta viagem.

Obrigado Porto e até um dia...

P.s - Amanhã volto com os artigos diáriamente, espero por si...

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

App Store factura 30 milhões




Ao fim de um mês de funcionamento a App Store já facturou mais de 30 milhões de dólares. Steve Jobs estima que mais de 60 milhões de aplicações foram descarregadas na loja virtual da Apple.

Os analistas prevêem que a App Store pode chegar a facturar mil milhões de dólares até 2009. E parte desse objectivo já está garantido: num só mês, a Apple facturou 30 milhões de dólares (20 milhões de euros) com uma loja especializada na venda de aplicações desenvolvidas por terceiros.

Steve Jobs afirmou que já foram descarregadas mais de 60 milhões de aplicações, na grande maioria, gratuitas e que a Apple só recebe 30% de cada transacção, pois a restante percentagem é entregue ao criador da aplicação, noticia o The Wall Street Journal.

O responsável máximo da Apple confirmou também que existe um dispositivo que permite à Apple desligar e remover qualquer aplicação vendida através da App Store em qualquer iPhone. Jobs afirma que este dispositivo foi criado para evitar que código malicioso, por exemplo, fosse instalado através da App Store.


fonte: exameinformatica

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

O Marketing Viral e a Publicidade Viral



O marketing viral e a publicidade viral referem-se a técnicas de marketing que tentam explorar redes sociais pré-existentes para produzir aumentos exponenciais em conhecimento de marca, com processos similares a extensão de uma epidemia. A definição de marketing viral foi cunhada originalmente para descrever a prática de vários serviços livres de e-mail de adicionar a sua publicidade ao e-mail que sai dos seus usuários. O que se assume, é que se tal anuncio alcança um usuario "susceptivel", esse usuario "será infectado" (ou seja, se ativará uma conta) e pode então seguir infectando outros usuários susceptiveis.

Enquanto cada usuario infectado envía o e-mail a mais de um usuário susceptível por média (ou seja, a taxa reprodutiva básica é maior que um), Os resultados "standard" em epidemiología implicam que o número de usuários infectados crescerá segundo uma curva logística, cujo segmento inicial é exponencial.

De forma mais geral, o marketing viral se utiliza ás vezes para descrever algumas classes de campanhas de marketing baseadas na internet, incluindo o uso de blogues, de sites aparentemente amadores e de outras formas de astroturfing para criar o rumor de um novo produto ou serviço. O termo "publicidade viral" se refere a idéia que as pessoas passarão e compartilharão conteúdos divertidos. Esta técnica muitas vezes está patrocinada por uma marca, que busca construir conhecimento de um produto ou serviço. Os anúncios virais tomam muitas vezes a forma de divertidos videoclipes ou jogos Flash interativos, imagens, e inclusive textos.


bibliografia usada: wikipedia

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Públicos


Um público é um grupo que tem um actual ou potencial interesse ou impacto na capacidade de uma empresa atingir os seus objectivos. Podemos identificar sete diferentes tipos de público:


Financeiro

Estes influenciam a capacidade da empresa para obter fundos (incluem bancos, casas de investimento e stockholders).


Media

São os que contém notícias e opiniões de editorial (incluem jornais, revistas, estações de rádio e televisões).


Governamental

A empresa não se pode alhear dos desenvolvimentos que os governos efectuam a dadas matérias (por exemplo, alterações nas leis laborais).


Acções de cidadãos

As decisões de marketing de uma empresa podem vir a ser questionadas por organizações de consumidores, grupos ambientalistas, minorias e grupos de pressão.


Locais

Nesta categoria estão incluídos os vizinhos e organizações das comunidades onde as companhias estão inseridas. Atente-se, por exemplo, na postura que muitas empresas têm adoptado, promovendo encontros de atendimento, respondendo a questões e participando em causas da comunidade.


Geral

A companhia deverá estar atenta com as atitudes do público para com as suas actividades e produtos, pois, como se sabe, a imagem pública de uma companhia afecta as suas vendas.


Interno

Nesta categoria estão incluídos os seus trabalhadores, directores e voluntários. A sua importância é atestada, por exemplo, pelas políticas motivadoras que a empresa leva a cabo. Uma companhia tem a faculdade de poder direccionar os seus planos de marketing para estes públicos ou para os seus mercados de clientes.


quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Valor, satisfação e qualidade



Os consumidores tomam as suas decisões de compra, baseadas nas percepções que fazem do valor dos diversos produtos e serviços disponíveis no mercado. Assim, o valor que o cliente dá ao produto (consumer value), deve ser entendido como a diferença entre o valor que o cliente ganha por ter e usar o produto e o custo de o obter.

Os consumidores não julgam o valor e o custo dos produtos objectivamente, eles actuam de acordo com o valor percebido. A satisfação do consumidor depende da performance percebida do produto, relativamente à entrega de valor relativo face às expectativas do comprador. (consumidores satisfeitos tendem a repetir a compra e a dizer aos outros a boa experiência que tiveram com o produto).

A satisfação do cliente está intimamente ligada à qualidade. Muitas empresas apostam consequentemente numa gestão total de qualidade, desenhando constantemente melhorias na qualidade dos seus produtos, serviços e processos de marketing.

A qualidade começa com a necessidade do cliente e acaba com a satisfação do mesmo. É fundamental “entrar na mente” do consumidor.

Artigos Relacionados

Prospecção de clientes - Como se faz



bibliografia: philip kotler

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Ser Pago Pelas Suas Distracções


Empresas como o Google incentivam realmente os seus colaboradores a gastarem 15 ou 20% do seu tempo neste tipo de descoberta desconcentrada, sem importar a quão desordenada possa parecer. Em vez de ter as pessoas a trabalhar em casa ás escondidas, onde a ideia poderia morrer por negligência ou ganhar raízes de tal forma que preferissem sair da empresa e criar uma start-up, a regra dos vinte por cento do Google é uma forma de incentivar e apoiar ideias inovadoras.


Krishna Barat, um cientista do Google, desenvolveu o Google News desta forma. Os seus interesses pessoais nos media e as suas memórias, a ouvir a BBC com o seu avô na Índia natal, foram galvanizados pelo 11 de Setembro, quando o fluxo e confusão de informações sobre o dia, mostrou como era difícil encontrá-las e organizá-las. Depois de obter o apoio dos fundadores (Larry Page e Sergey Brin) e a ideia aprovada pelo CEO (Eric Schmidt), o sonho de Barat tornou-se numa tarefa a tempo inteiro.


Infelizmente a maioria das pessoas pensa é o contrário, é que é preciso concentrarmo-nos tarefas do nosso trabalho. De facto, você pode sentir que não tem dinheiro, tempo ou energia suficientes para fazer um desvio, para explorar uma paixão potencial, particularmente se a sua empresa não o apoiar. Se for como a maioria, tem de trabalhar para pagar a casa e para cuidar dos que lhe são mais próximos e atira com as outras paixões para trás das costas, até ao dia em que outras necessidades criticas ou objectivos surgirem.


Como provavelmente sabe, essas mesmas preocupações e limitações foram igualmente reais e ameaçadoras para a maioria dos empreendedores e pessoas de sucesso. Sentiram medo, mas de qualquer forma fizeram-no. Poucas paixões surgem convenientemente pré-financiadas, tem de pagá-las com uma quota-parte de suor para as conseguir concretizar.


Conhecermo-nos a nos próprios é crucial, mas geralmente é o resultado e não um primeiro esforço, para o processo de reinvenção. Descobriu-se que a maioria das pessoas, em primeiro lugar, cria novas identidades de trabalho, á margem, quando se envolve em actividades extracurriculares e projectos de fim-de-semana. A única forma de percebermos o que queremos realmente fazer é experimentando.


Reserve um pouco do seu tempo todas as semanas e experimente outras paixões que tenha. No mínimo irá se sentir melhor “com a vida”.


bibliografia usada: sucesso para durar

YouTube transmite Jogos Olímpicos


O YouTube vai transmitir os Jogos Olímpicos para 77 países como a Índia ou a Nigéria, que não adquiriram os direitos exclusivos de transmissão.

O portal de vídeos só vai transmitir conteúdos que não tenham sido vendidos a outras empresas, noticia o Jornal de Negócios. O Comité Olímpico Internacional anunciou que vai produzir segmentos e destaques desportivos para a Internet.

fonte: exameinformatica


terça-feira, 5 de agosto de 2008

Óptica de vendas & Óptica de Marketing



Óptica de vendas

Baseia-se no facto de que os clientes não comprarão os produtos da empresa se esta não realizar vendas em grande escala em paralelo com esforço de venda/publicidade (promotion effort). Tal acontece com os ensought goods, aqueles produtos que os consumidores normalmente não pensam comprar (enciclopédias, urnas).


Estas indústrias têm de saber abordar as pessoas e convencê-las dos benefícios do produto. A principal preocupação é vender o produto, mais do que satisfazer o cliente; é vender o que produzem e não produzir o que os clientes procuram. A maior parte das empresas segue esta óptica quando tem excesso de produção.

Esta é uma óptica também utilizada em áreas cujo objectivo não é a rentabilidade (ex: promoção das políticas em campanhas eleitorais).


Desvantagens:

Não aposta em ligações rentáveis de LP com os clientes, focando-se apenas em transacções no CP. Assume-se, assim, que o cliente gostará do produto, ou se tal não acontecer, esquecerá o desapontamento que teve e irá comprá-lo novamente mais tarde. Estas suposições estão erradas. Estudos mostram que clientes insatisfeitos não voltam a comprar - quando, em média, um cliente satisfeito conta a 3 a sua boa experiência, 1 insatisfeito conta a 10 a sua má experiência.


Óptica de Marketing

Alcançar metas da organização depende da determinação das necessidades e desejos dos mercados alvo, satisfazendo-os mais eficaz e eficientemente que os concorrentes.


Esta óptica é diferente da óptica de vendas:

Óptica de venda – perspectiva inside-out – foca-se na conquista do cliente, vendas a CP, com pouca preocupação com quem compra e porquê (perspectiva começa na fábrica, nos produtos existentes, apostando nas vendas a grande escala e publicidade para vendas rentáveis);


Óptica de marketing – perspectiva outside-in. Começa por definir o mercado, focar-se nas necessidades dos clientes (coordenando todas as actividades de marketing que os afectam) e conseguindo lucros ao criar relações de LP com clientes baseados na satisfação e valor acrescentado. Estes são os caminhos para as vendas e lucro (ex: Procter & Gamble, Toyota). A retenção do consumidor é uma prioridade e o staff tem de construir boas relações com o cliente.

Há empresas que dizem praticar esta óptica mas apenas detêm director de marketing, planos de marketing… não são market – focused and customer – driver companies. É indispensável ajustar as estratégias de marketing às mudanças de mercado.


A implementação da óptica de marketing é muitas vezes mais que meramente responder aos desejos e necessidades óbvias dos clientes, é optar por fazer pesquisas sobre os clientes para saber quais os desejos, desenvolvimento de ideias sobre novos produtos/serviços e testar as propostas de melhoria dos produtos. Tal é possível quando são claras as necessidades dos clientes e quando estes sabem o que querem.


bibliografia: philip kotler

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Necessidades, desejos e procura em Marketing


Necessidades, desejos e procura (exigências).


Necessidades humanas são estados de privação. Incluem necessidades básicas como a alimentação, vestuário, segurança; necessidades sociais como a pertença e afecção e necessidades individuais como o conhecimento e capacidade de expressão. Quando uma necessidade não está satisfeita a pessoa fará uma de duas coisas:
Procurar um objecto que a satisfaça
Ou
Tentar reduzir a necessidade


Desejos são a forma que as necessidades assumem quando são influenciados pela cultura ou personalidade individual. Os desejos são visíveis na sociedade e concretizáveis em objectos capazes de satisfazer as necessidades. À medida que uma sociedade evolui, os desejos dos seus membros expandem-se.


No entanto é necessário ter em conta que os recursos que permitem a satisfação de necessidades são escassos, pelo que as pessoas têm que escolher os produtos que maior satisfação lhes traga para o seu nível monetário. Quando traduzidas numa habilidade para pagar, ou seja, poder de compra, os desejos tornam-se exigências (procura).


Dado os desejos e recursos das pessoas, estas procuram produtos que lhes concedam a maior satisfação possível.

bibliografia usada: Philip Kotler

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Campanha de prevenção rodoviária

Esta campanha está a decorrer na cidade de Caldas da Rainha, sendo que já não é inédito nesta cidade este tipo de campanhas. Pelo que consegui perceber de algumas pessoas que passam pelo local é que não conseguem ficar indiferentes e chegam mesmo a apagar o cigarro que trazem acesso. Claro, que também existem pessoas que afirmam ser uma publicidade muito agressiva.

Eu sinceramente acho que esta publicidade consegue sensibilizar as pessoas e só por isso está de parabéns.